Francisco Carlos.
Francisco Carlos de Oliveira Filho, professor de ensino fundamental e médio, com licenciatura plena em Matemática e Física, diácono, formação em teologia pelo STADEC  e professor de EBD da Assembleia de Deus Templo Central..
 
 
O LÍDER CENTRALIZADOR (Altair Germano)  
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O líder centralizador não faz com excelência, nem permite que outros façam.
O líder centralizador é um atraso para o crescimento e desenvolvimento de qualquer obra.
O líder centralizador é um castrador de ideias.
O líder centralizador é um amante de títulos, cargos e posições.
O líder centralizador acha que ninguém faz melhor do que ele.
O líder centralizador pensa ser mais capaz do que todos os demais cooperadores.
O líder centralizador não consegue enxergar o talento alheio.
O líder centralizador tem medo que os outros façam melhor do que ele.
O líder centralizador tem receio de perder a autoridade ao delegar.
O líder centralizador tem um pouco de imperialista, totalitarista e ditador.
O líder centralizador se mantém no cargo na base da compra, da ameaça, do favorecimento e dos conchavos políticos com outros líderes centralizadores.
O líder centralizador finge escutar, mas no fim a opinião que prevalece é sempre a dele.
O líder centralizador é um promotor narcisista de sua própria imagem.
O líder centralizador se coloca acima da própria instituição.
O líder centralizador pode em alguns casos até ser uma boa pessoa, mas é um péssimo administrador.
O líder centralizador pode ter conhecimento, mas lhe falta sabedoria.
O líder centralizador perde tempo e energia em tarefas pequenas, secundárias e sem muita importância, quando poderia estar envolvido em questões de maior relevância e prioritárias.
O líder centralizador delega tarefas, para depois agir paralelamente, desmerecendo o esforço e a habilidade alheia.
O líder centralizador pode não ter consciência de sua própria condição.
O líder centralizador sacrifica a família.
O líder centralizador se desgasta e desgasta os outros.
O líder centralizador tem vida curta ou de baixa qualidade.


"O sogro de Moisés, porém, lhe disse: Não é bom o que fazes. Sem dúvida, desfalecerás, tanto tu como este povo que está contigo; pois isto é pesado demais para ti; tu só não o podes fazer." (Êx 18.17-18)
 
 
 
 
SINTO VERGONHA DE MIM...  
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Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.
 

 

 
 
 
 
DEFICIÊNCIAS – Mario Quintana  
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DEICIÊNCIAS – Mario Quint

Deficiente é aquele que não consegue modificar a vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

Louco é quem não procura ser feliz com o que possui.

Cego é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

Mudo é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

Paralitico é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

Diabético é quem não consegue ser doce.

Anão é que não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
Miseráveis são todos que não conseguem falar com Deus e os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não lêem.

 

 
 
 
 
Como lidar com os conflitos  
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por Josué Gonçalves

“A resposta branda acalma o furor, mas a palavra dura aumenta a raiva.” (Pv 15.1)
É impossível conviver com pessoas sem a possibilidade dos conflitos. Cada ser humano é um ser único, com suas diferenças, virtudes e defeitos. Todo relacionamento, seja entre marido e esposa, pais e filhos, entre irmãos, amigos etc, sempre há discordância na forma de ver, pensar, agir, decidir... Aonde há duas ou mais pessoas, sempre haverá gostos, preferencias, visões, percepções e hábitos diferentes, é o que pode gerar conflitos.
O conflito pode ser um aliado ou um adversário, depende da forma como lidamos com ele. O escritor John Maxwell nos dá oito dicas para lidar bem com os conflitos.
1. Ame as pessoas mais do que as opiniões. As pessoas que não são muito boas de relacionamento geralmente possuem um respeito maior por suas opiniões do que pelos outros.
2. Dê aos outros o beneficio da dúvida. Quando a questão envolver você, use a cabeça, quando envolver os outros, use o coração.
3. Aprenda a ser flexível. Thomas Jefferson afirmou: “Quando se tratar de princípios, seja firme como uma rocha. Quando a questão for de gosto, nada a favor da correnteza”.
4. Analise sua atitude. A maneira como vemos as pessoas determina, em grande medida, nossa percepção de como elas se sentem em relação a nós.
5. Não exagere nas reações. Nunca jogue uma bomba quando apenas um estilingue é suficiente para resolver o problema.
6. Não assuma uma posição defensiva. A vezes é necessário dizer: “Sinto muito. Eu estava errado. Não entendi direito. Por favor, me perdoe”.
7. Receba bem os conflitos. Pessoas que se relacionam bem, tornam os conflitos em experiências de aprendizado. Lembre-se, os conflitos podem produzir duas coisas: úlcera ou compreensão.
8. Assuma riscos. O medo de magoar ou ser magoado pode levar a pessoa a fugir do conflito ou a lidar com o conflito de forma hipócrita. Assuma riscos.
Quando não há nenhum conflito na convivência entre pessoas, a impressão que temos é que o ambiente pode estar dominado pela indiferença ou hipocrisia. Os conflitos fazem parte do processo de crescimento das pessoas, o importante é saber lidar de forma inteligente com os conflitos.
 
 
 
 
Vivendo no sistema sem ser do sistema  
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Muitos obreiros, irmãos e jovens me abordam no sentido de buscar conselhos e orientações por suas frequentes frustrações, desilusões e decepções diante da crescente corrupção, hipocrisia, secularização e da perda de rumo de alguns setores e denominações evangélicas no Brasil.
 
O quadro é tão grave que alguns, além de se afastarem do "sistema" (igrejas, convenções, concílios etc), não desejam sequer serem chamados mais de evangélicos.
 
 
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